Vaginas estampam máscaras de proteção lançadas por museu britânico

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E estão fazendo sucesso

As peças desenvolvidas pelo Vagina Museum estão à venda em edições limitadas

ILCA MARIA ESTEVÃO-METRÓPOLES

Em tempos de pandemia do novo coronavírus, diversas empresas passaram a se empenhar na produção de máscaras de proteção. Há modelos para todos os gostos. As possibilidades incluem até peças com vulvas estampadas, graças ao Museu da Vagina, instituição britânica que criou edições limitadas das peças

“Só porque você está cobrindo seu rosto não significa que você tem que cobrir seu amor pela vulva!”. É assim que o Museu da Vagina explica o lançamento. Entre as opções, estão máscaras com ilustrações de Charlotte Willcox e design de Lara Machado. Além das versões com padronagens, há modelos mais minimalistas.

Os produtos são feitos com camada dupla de tecido e bolso integrado para filtros descartáveis. Podem ser lavados e reutilizados. “Recomendamos que você ajuste a máscara ao rosto, ela deve cobrir o nariz e a boca e se encaixar firmemente para que não precise ser reposicionada. Você deve lavar as mãos e a máscara antes e após cada uso”, orienta o Vagina Museum.

As máscaras foram lançadas em meados de junho. O Museu da Vagina revelou, no Instagram, que em menos de 12 horas as peças foram esgotadas. No entanto, o estoque foi reabastecido por tempo limitado. É possível comprar on-line.

A empresa também comercializa itens como broches, cartões postais, camisetas, canecas, coletores menstruais e livros. Devido à pandemia, o museu está fechado por tempo indeterminado. Para cobrir custos e evitar o encerramento permanente, o espaço está aceitando doações por meio de uma página de crowdfunding.